domingo, 16 de fevereiro de 2014

Composições

Em vez de deitar fora, utilizei alguns desenhos para fazer algumas composições. Depois de colados, usei o pastel seco para criar maior harmonia.




Este é um exercício mental, pois devemos começar por nos distanciarmos do objeto para vermos formas e cores e criar novas formas e sensações.

Em recuperação

Natureza Morta Pastel de Óleo

Pastel seco aguarelável





domingo, 15 de setembro de 2013

Alfama - Escadinhas de S. Miguel

Ontem, o dia foi passado em Alfama onde quis experimentar desenhar com lápis de aguarela em papel preto. O grupo era constituído por dez ex-alunos da SNBA e o nosso orientador preferido, que fez a proposta: desenhar edifícios em perspectiva. O local escolhido foi Alfama, as Escadinhas de S. Miguel, perto do Museu do Fado. Durante a manhã, grupos de turistas desciam pelas escadinhas, acompanhados de guias: paravam a fotografar o local e observam-nos a desenhar, curiosos. Os habitantes deste bairro típico de Lisboa apesar de uma linguagem bem atrevida, vivem ao ar livre juntando-se em grupos de mulheres separadas de homens mas parecem ter uma conduta de moral rígida em que os filhos só devem ser educados e repreendidos pelas mães: era ver passar mães atrás dos putos, corridos à vassourada e asneirada. Os putos corriam livremente de chinela no pé pelas ruas, faziam traquinices, atirando água aos que passavam, aproximavam-se de nós curiosos e uma menina, que disse chamar-se Luana, esteve connosco quase todo o dia, pedindo emprestado, desenhando também e oferecendo os seus desenhos às suas escolhidas. Foi ela que nos indicou a tasquinha onde almoçamos: sardinhas assadas, carne de porco à alentejana, vinho, bom melão e outras sobremesas típicas. Como é sempre de esperar, em Portugal, onde quer que seja, tasca ou restaurante de luxo, a comida é sempre deliciosa e esta não foi diferente. Terminámos já depois das 16h, mas sobre perspectiva, ainda temos muito que aprender:








domingo, 1 de setembro de 2013

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Sentido da Vida

Esta manhã acordei a pensar sobre a vida. Cheguei a uma idade em que normalmente pensamos na vida, o que andamos por cá a fazer e se tudo tem sentido. Quando pensamos neste sentido, consideramos que a vida é feita de circunstâncias e acasos onde nós estamos com o nosso passado, com tudo o que aprendemos (devido a esses acasos), sendo ora acasos provocados por nós, ora por outros. A partir dos 12 anos de idade, devido a um acaso, tomei consciência que sou constituída por 2 indivíduos, ou talvez me tenha dividido em dois: um com aparência de menina quieta, tranquila, melancólica, sonhadora e que procura segurança, outra o seu oposto, inquieta, errante, atenta e amante da liberdade. Não tenho a certeza qual delas desenha mas parecem ser as duas e percebe-se nos desenhos. A vontade de desenhar surgiu apenas quando observei outra pessoa a pintar pois até aí só me lembro que teria a mesma importância que para qualquer outra criança. Essa vontade surgiu como uma revelação, aí no passado e prosseguiu influenciando sempre o meu caminho, unindo esses dois indivíduos, trazendo-me novos amigos, compensando-me do que perdi e do que não tive, tornando-se uma linha de ligação unindo o passado e o presente e vai de certeza dar sentido ao futuro.







sábado, 6 de julho de 2013

Mais um desenho de Alcochete

Da minha amiga Luz que há alguns anos não pegava no lápis e no pincel. Desenho a aguarela e caneta:







quinta-feira, 4 de julho de 2013

Voltar a Alcochete

Ontem passei o dia em Alcochete a 30 minutos da Estação Oriente Esta vila tem espaços, casas, água, barcos, jardins e um delicioso perfume. Tudo perfeito para passar dias a desenhar! Apenas tive tempo para realizar alguns apontamentos a aguarela e canetas de feltro aguareláveis, mas está prometido lá voltar.