quarta-feira, 5 de junho de 2019

E cheguei de Marvão

com algumas aventuras, devido ao muito calor, às bichas-cadelas ou rapas como popularmente o povo lhes chama. Apesar de inofensivos, eram aos milhares, metiam-se em todo o lado e atrevidos até dentro da t-shirt se meteram! Não pude ir ao castelo por estarem na desinfestação, só saía pelas 7h da manhã tirava umas fotos de fugida, depois era pensar o que fazer durante as horas de calor. Que foram muitas horas até às 19h quando sossegavam um pouco. Assim passei a tarde de 31 de maio, os dias de 01 e 02 de junho: ida à Casa da Cultura, e depois a 2 de junho aventurei-me a pé pela estrada até Portagem! Demorei a chegar quase 2 horas, um pouco apreensiva pois não havia maneira de encontrar a maldita! Finalmente, gozei um pouco do fresco perto da piscina natural e almocei muito bem no Restaurante Sever, na companhia de algumas dezenas de aranhas! O que salvou foi a ida a Castelo de Vide onde estive no dia 3 de junho das 7h30 às 18h30! Deu para percorrer todos os recantos que em anos atrás visitei e desenhei. E voltei a desenhar. Finalmente no dia de regresso a Lisboa os rapa deixaram de aparecer vivos, pelo menos a maior parte, e consegui fazer alguns desenhos da Vila. 

O único desenho que consegui fazer nos primeiros dias ao ar livre logo de manhã bem cedo!

 Dentro do quarto da Estalagem, por acaso, que foi a residência de Mouzinho da Silveira.

Vista do quarto, para telhados e chaminés!

 Em Castelo de Vide, vinguei-me! Só não gostei do tom de voz agressivo do guia do grupo de  turistas  norte-americanos de origem judaica: muito radicalismo! Parecia um comício onde o senhor falava da perseguição efetuada aos judeus e o pedido de perdão de Mário Soares, em nome do povo português! Muito perdão temos todos que pedir pois todos somos culpados de tanta coisa, incluindo os judeus, claro!
 


E finalmente o último dia:






quarta-feira, 22 de maio de 2019

Próximo: Évoramonte

Dias 8 e 9 de junho, estarei em Évoramonte para pintar ao vivo a óleo com outros artistas:



 PROGRAMA ENCONTRO ARTÍSTICO ÉVORAMONTE - 2019

Dia 8 junho:
10:00 - Ponto de encontro Galeria Silveirinha
10:00-18:00h Desenho/Pintura de rua (vários artistas participantes*)
10.30 -17:00h Workshop aguarela com Carlos Santos Marques
18:00h- 19.30h Inauguração da exposição de aguarelas de Marta Ferreira e Teresa Lopes

Dia 9 junho:
10:00-17:00h -Desenho/pintura de rua (vários artistas participantes*)
10.00 -16:30h Workshop aguarela com João Cabral
10.00 -16:30h Workshop aguarela com Mabel Montero
17:00h -19.30h Entrega dos trabalhos dos artistas participantes para exposição na Galeria Silveirinha

Nota: Almoços e Jantares livres
*Artistas participantes:
AGUARELAS
ACRÍLICO e ÓLEO
SKETCHERS
Carlos Santos Marques
André Kano
António Procópio
João Cabral
Lurdes Brito
Lurdes Morais
Mabel Montero
Fátima Pimentel
Ana Luísa Frazão
João Casaca

Pedro Loureiro
Francisco Salgado Dias


Alexandra Pires


Luísa Santos Miguens


Teresa Lopes


Marta Ferreira





domingo, 19 de maio de 2019

Com o GART a pintar o Coa

Desta vez a ida para pintura foi a aldeia de Casteleiro, no concelho do Sabugal, distrito da Guarda.

De partida, com os acessórios de pintura:


À chegada, a inauguração dos desenhos feitos o ano passado, em Sortelha:


O primeiro do dia: 3 ofertas de compra mas que não pude aceitar: já tinham dono!

O 2.º e último:também por lá ficou!

domingo, 12 de maio de 2019

Aulas de Aguarela

Mais um exercício onde aprendi a utilizar máscara: pode ser usada sobre superfície com pintura ou sem. A máscara pode ser colocada com o pincel na superfície que queremos deixar isolada ou respigada provocando pingos ao acaso. É preciso deixar secar bem para a aplicar rapidamente e lavar o pincel logo de seguida. Neste exercício usamos várias cores: muitos azuis (cerúleo, da prússia, cobalto e até indigo), magenta, laranja, ocre, amarelo cádmio, amarelo limão, cinzento paynes, terra siena queimada e sépia: são as que me lembro. É feito com várias passagens de aguarela, doseando a quantidade de pigmento de acordo com o efeito final: não esquecer que a aguarela quando seca fica mais clara. Os verdes são feitos com mistura de cores: azul e amarelo ou azul e ocre. A casa branca não foi pintada, é a cor do papel. O seu telhado, tem várias cores para captar um telhado terra de siena, em sombra. A montanha ao fundo primeiro foi pintada a azul depois os telhados com a mesma cor que a casa em sombra e no final depois de seca uma passagem com azul para criar a sensação de distância. a árvore em primeiro plano à direita, tem sépia, ocre e cinzento paynes e foi pintada com o pincel cheio de tinta e espremido sobre o papel para criar uns farrapos que dão a ilusão de folhas e desenhou-se umas ramagens. Por detrás dessa árvore existe uma luminosidade no céu que foi criada com uma passagem de ocre muito aguado para depois criar maior contraste com a árvore. A cor do céu é pintada com azul cerúleo e cinzento paynes para o acinzentar. No final depois de tudo bem seco, é esfregar a superfície do papel onde está colocada a máscara para que esta saia e revele o espetáculo sempre supreendente das flores de cores vivas mesmo na sombra. a sombra do chão teve além das mesmas cores da árvore, o azul indigo, uma excelente cor para azular sombras escuras. E aqui está o que me lembro desta aula de aguarela!