domingo, 27 de setembro de 2020

A Riscar o Património: educação

 Este ano, resolvi ir até Évora! Foi o dia todo de sábado e então fui de véspera e regressei no domingo. Instalei-me no Hotel Solar de Monfalim, um edifício cuja história mereceria ser investigada e que as paredes parecem querer contar. Depois do encontro ainda fiz mais 2 desenhos: da igreja da Misericórdia, junto ao hotel e um pormenor da entrada do dito.


O Colégio do Espírito Santo - Universidade de Évora

Escola de S. Mamede - Magistério Primário


O Palácio Vimioso - Universidade de Évora

Entrada do Hotel Solar de Monfalim



Igreja da Misericórdia


quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Encontros com os USKp

Experimentando a retoma dos encontros e tendo sido num espaço muito especial, não resisti e fui conhecer a Ciclovia de Alcântara, perto da estação da CP de Campolide e por baixo do arco do Aqueduto das Águas Livres:


Depois em outro encontro, o Parque da Bela Vista: para a posteridade, uma foto com um grupo de pessoas "perfeitamente identificáveis"! Eu estou à direita de chapéu de palha óculos escuros e máscara!




Um momento de saudade...

 

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Batazar - A perda de um amigo

O amigo foi um gato, que viveu 22 anos em comunhão de vida com a sua tutora. Eu convivi com ele nos últimos 5 anos: houve momentos de birra e carinho expressados de forma diversa e perceptível! Assim também manifestou a sua indignação na hora da morte, pois sentia fugir a sua energia e resistiu e eu aprendi: a morte de um gato é muito parecida com a de um ser humano, pelo menos fisicamente! Acredito que a energia de todos os seres vivos sigam o mesmo caminho. Por isso devíamos todos respeitar a natureza: nós estamos nela e ela está em nós! Muitas saudades, Baltazar!

Transcrevo a expressão de dor da sua tutora daquela que conviveu com ele 22 anos, desde o nascimento à morte:

Ermila Brito
O Baltazar
Tinha apenas 3 dias de vida quando o conheci, levei-o para casa com um mês, sempre muito carrancudo, muito traquinas, tipo Garfield, foi sempre muito teimoso e mal me deixava dormir, miava para tudo, queria comer... miava; ia à areia.... miava, queria colo miava, queria brincadeira miava, exigia tudo! O Baltazar treinou a minha paciência, tinha uma personalidade única, mostrava uma inteligência requintada, sozinho criava rotinas diárias, que no dia seguinte repetia sem erros e depois alterava essas rotinas com a mesma facilidade. Em novo com os seus 2, 3 anos, a brincadeira dele favorita era entrar dentro de um saco para eu rodar com ele, outra, era esconder-se e atacar os tornozelos quando passávamos por ele. Chegava a magoar! Foram 22 anos de tropelias, de alegrias, de aflições sempre juntos. Até à data, foi o ser vivo com quem eu vivi mais tempo, humano ou animal.


Nasceu a 7 de março de 1998, hoje a 7-7- 2020 pelas 19:18 deu o ultimo suspiro.

Acompanhei-o nos seus últimos momentos, momentos esses que foram de dor e sofrimento para os dois. Lutou como o teimoso que sempre foi e como não podia deixar de ser na hora da morte também miou de dor, de frustração eu sei lá, sei que lutou imenso e doeu imenso, vai-me continuar a doer nos próximos tempos. Aqueles últimos momentos em que estivemos juntos, naquela hora, pedi-lhe que não fosse teimoso, que se deixasse ir para não sofrer, despedi-me dele o melhor que pude e acarinhei-o até deixar de respirar, foi o meu melhor amigo, o meu companheiro, o meu reflexo. Ficará para sempre no meu coração e na minha memória, foi e ainda é um grande amor, incondicional.
Agora... terei de reaprender a viver sem o Baltazar, 😥😥😔😔😔
Adeus Baltazar até sempre, amo-te muito